Mercado do CAFÉ arábica aguarda próximas chuvas e por isso fica “de lado”
O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, conhecido no mercado do café como Joãozinho Grafista, diz que mercado do arábica aguarda próximas chuvas e por isso fica “de lado”. Perdas por causa das geadas foram enormes ao setor. Joãozinho Grafista comenta também várias notícias que influenciaram o mercado.
Em julho, as fortes geadas causaram perdas em cerca de 19% das áreas de cafezais de Minas Gerais, atingindo 173,6 mil hectares de lavouras, segundo estimativa da Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Para muitos produtores, os prejuízos foram grandes e a recuperação será difícil.
Felizmente, esse não é o caso do cafeicultor Sérgio Meirelles Filho, que teve pequenas perdas este ano. Mas ao longo da vida enfrentou geadas muito severas, que fizeram a família mudar de cidade várias vezes em busca de um recomeço e trouxeram grandes lições.
O produtor superou as adversidades e conquistou uma posição de destaque na cafeicultura mineira, sendo inclusive um dos vencedores do Concurso de Qualidade dos Cafés Minas Gerais, em 2020, promovido pela Emater-MG.
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