Hortifruti

Conceitos, desafios e exemplos de ESG no setor de HF é abordado em revista do CEPEA

Para a edição de capa deste mês, a equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, traz uma matéria completa sobre os desafios e ganhos ao setor de hortifrúti nacional ao implementar na cadeia de produção as práticas sustentáveis de “ESG”, que é a sigla em inglês para ações realizadas por empresas nas áreas ambiental, social e de governança.

 

Atualmente, as empresas que adotam o ESG são avaliadas – tanto por consumidores, funcionários, colaboradores e investidores – e certificadas por suas boas práticas nos três pilares propostos pelo conceito. Muitas vezes, as empresas que desrespeitam as boas práticas sociais, ambientais e corporativas acabam sofrendo restrições de demandantes (externos e até mesmo domésticos).

 

A Equipe de Hortifruti do Cepea ressalta que muitas ações positivas – antes chamadas de “Boas Práticas Agrícolas” – já estão em prática na cadeia de HF nacional, mas por vezes ainda sem o reconhecimento ou visibilidade do consumidor. Em muitos casos, o processo de adoção de modelos sustentáveis nem mesmo é formalizado dentro da própria empresa.

 

E alcançar parte das metas da ESG é uma tarefa difícil e demanda longo prazo, engajamento e monitoramentos interno e externo de agentes da cadeia para o seu sucesso. Luiz Roberto Barcelos, sócio-fundador da Agrícola Famosa, conta que: “no começo, ter aderência aos critérios do conceito aumentou nosso custo para produzir, mas, com o passar do tempo, quem não se adequou às exigências perdeu espaço no mercado de exportação e credibilidade no mercado interno”.

 

Ignorar problemas ambientais, questões sociais ou de governança pode ameaçar a reputação da marca e a viabilidade do negócio. Para esclarecer quais as práticas de ESG que são aplicáveis para as empresas de frutas e hortaliças, a Hortifruti Brasil entrevistou empreendedores que já estão em processo de certificação de ESG e traz exemplos inspiradores do setor.

 

Você também encontra nesta edição:

 

ALFACE – Baixa demanda segura cotações em SP

BANANA – Clima adverso reduz oferta, e preços avançam

BATATA – Com várias praças colhendo, preços recuam em julho

CEBOLA – Qualidade aumenta no Cerrado; preços têm leve alta

CENOURA – Frio atrasa colheita e limita oferta

CITROS – Tahiti se valoriza pelo 2º mês consecutivo

MAÇÃ – Preço da gala fica estável, mas está maior do que em 2022

MAMÃO – Clima frio e seco limita oferta

MANGA – Oferta recua, e preços sobem por mais um mês

MELANCIA – Rentabilidade se mantém positiva em julho

MELÃO – Em julho, mês de frio e férias, preços do amarelo despencam

TOMATE – Preços sobem no início de julho, mas despencam na 2ª quinzena

UVA – Preço da BRS vitória atinge altos patamares em julho

 

Clique aqui para acessar a revista completa!

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: cepea@usp.br.


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